O lado bom da vida, Matthew Quick

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Antes de conhecer o livro, eu havia assistido o filme e rendeu muitas risadas. Como o intervalo de tempo entre um e outro foi grande, eu não posso dizer com certeza qual dos dois é melhor, mas uma coisa é certa: a história vale muito à pena em ambos.

E esta é a história de Pat contada por ele mesmo após sair da clínica de reabilitação mental em que permaneceu por anos. Pat não tem noção do que realmente aconteceu na sua vida, não sabe porquê teve que ir para o “lugar ruim” e quer apenas retomar seu casamento com Nikki. Na verdade, esse é seu único e maior objetivo, pois ele aprendeu a enxergar o lado bom da vida e a se aperfeiçoar para  reconquistar sua ex-mulher.

“Se as nuvens estão bloqueando o sol, sempre tento ver aquela luz por trás delas, o lado bom das coisas, e me lembro de continuar tentando, porque eu sei que, embora as coisas possam parecer sombrias agora, minha esposa logo voltará para  mim.”

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Após voltar para casa, ele conhece Tiffany, uma mulher viúva que parece ser perturbada mentalmente assim como Pat, e que o deixa muito confuso ao sumir e aparecer sempre nas horas erradas.

A história de Pat é muito sensível, pois tendo ele como narrador, você sente o que o personagem está vivendo e torce muito para que ele se livre dos pensamentos do passado que já não cabem mais na sua vida.

Jogos dos Eagles, campeonato de dança, cartas, terapia etc são umas das muitas coisas que você vai encontrar presentes na vida de Pat, além, claro, de pensamentos sempre positivos. É um drama cômico, digamos assim, e uma leitura que eu indico pois é bem leve, os capítulos são pequenos e ao invés de enumerados, são com frases correspondentes a algum momento do capítulo.  Ah, e o filme também é altamente recomendado.

*Essa é a minha primeira resenha aqui, tentarei melhorar nas próximas.

Beijos